segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Modalidades de Eventos Científicos

As modalidades de Eventos Científicos praticadas por nossa empresa são:

Congresso: reunião ou encontro de entidades de classe ou associações para a apresentação de conferências. Os congressos podem ser científicos ou técnicos.
Seminário: reunião de um grupo de estudos que centraliza debates de assuntos expostos pelos participantes. Trata-se de uma exposição oral para participantes que possuam algum conhecimento prévio do assunto a ser debatido. A sessão divide-se em três partes: fase de exposição, fase de discussão, fase de conclusão.
Curso: conjunto de matérias ou lições ministradas em conferências ou palestras.
Palestra: conversa, apresentação de idéias ou conceitos sobre determinado assunto.
Feira: demonstração pública. Pode ser organizada por um órgão, entidade ou grupo de estudo.
Exposição: exibição pública de produção artística, industrial, técnica e científica.
Mesa-redonda: é preparada e conduzida por um coordenador, que pode ser denominado presidente e funciona como elemento moderador, orientando a discussão para que ela se mantenha em torno do tema principal. Os participantes geralmente são especialistas que apresentam seus pontos de vista sobre o tema, com tempo-limite para a exposição. Após as exposições, os participantes são levados a debater entre si os vários pontos de suas teses, podendo haver a participação dos presentes na forma de perguntas. O êxito da mesa-redonda depende do coordenador, que tem a missão de conduzir os trabalhos de forma a atingir os objetivos.
Simpósio: reunião de iniciativa de determinada classe técnica, artística ou científica para debates ligados a um assunto específico e a discussão de tema afim a seus interesses. O simpósio é derivado da mesa-redonda; nele os participantes não debatem entre si.
Painel: forma de reunião limitada a um pequeno número de especialistas, em que os expositores debatem entre si o assunto em pauta. O público não tem direito de formular perguntas à mesa.
Fórum: tipo de reunião menos técnica cujo objetivo é conseguir a efetiva participação de um público numeroso, que deve ser motivado.
Conferência: trata-se de uma preleção pública sobre determinado assunto técnico, artístico, científico ou literário. O conferencista expõe um tema previamente escolhido por um tempo determinado, e em seguida responde às perguntas formuladas por escrito pelo auditório e dirigidas à mesa. É comum a figura do moderador.
Ciclo de palestras: derivado da conferência, difere desta pelo fato de poder estar vinculado a uma série de palestras pronunciadas por professores e especialistas na matéria abordada.
Jornada: reunião de determinados grupos de profissionais realizada periodicamente, com o objetivo de discussão em congressos. São pequenos congressos, diferindo destes por se tratar de reuniões de grupos de determinada região em épocas propositadamente não coincidentes.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Introdução e 1º Capítulo



INTRODUÇÃO

          A história dos eventos se tratando de Estados Unidos e Brasil teve início por volta de 1950, quando algumas empresas passaram a nomear gerentes para controlarem os diversos instrumentos de promoção. Como uma das pioneiras em termo de eventos no Brasil, a Feira Nacional da Indústria Têxtil realizada em 1958, surgiu como uma das primeiras feiras de negócio, que além de promover, também comercializava seus produtos.
          A partir daí, surgiram o complexo Anhembi e outros estabelecimentos voltados para eventos, que, em cerca de 50 anos, juntamente ao desenvolvimento das promoções de negócios, alastraram uma diversidade de feiras pelo Brasil.
          Apesar desse impacto e da quantidade das mesmas, os eventos eram falhos na sua organização e produção, se banalizando em repetições e falta de novidades. Por isso, surgiu um conjunto de requisitos para a estruturação de um evento.
          Tais requisitos se dividem em várias etapas: a primeira consiste em buscar boas idéias em meio a diversas fontes, onde todas são analisadas para a escolha da melhor.A segunda direciona-se à estruturação do projeto, partindo da identificação, seleção e priorização de provedores de recursos, que serão revisados após os resultados das arrecadações.Após isto, elabora-se um planejamento e o plano de ataque da venda do evento, buscando patrocinadores para a execução do mesmo.
          Enfim, no intuito de obter um maior entendimento e de especificar todas estas etapas; geração de idéias, estruturação e venda do projeto, relacionaremos as mesmas a seguir, em uma abordagem mais clara e detalhada.

GERAÇÃO, SELEÇÃO E TESTE DE IDÉIAS PARA EVENTOS


          Fugir da monotonia está sendo uma das estratégia das empresas para permanecer no mercado e obter lucros cada vez maiores. Impulsionadas por vários fatores, como o aumento das exigências dos consumidores, uma tecnologia evolutiva e a concorrência acirrada.
          No setor de evento não poderia ser diferente. Houve uma ascensão ao número de eventos realizados. As empresas e profissionais estão tendo que usar a criatividade inovadora dos nos novos projetos para vencer a concorrência, uma boa idéia é sempre o primeiro passo.
          Quando se busca um novo projeto em eventos várias idéias podem surgir. A identificação da melhor implica em um processo de três etapas: Geração, seleção e teste.
          Muitas empresas ou profissionais apostam na primeira idéia que surge, devido ao pouco tempo para o planejamento de novos eventos. Mas, o interessante é que existe várias fontes de geração de idéias, algumas técnicas são importantes para tirar o melhor proveito. Observação auto-analise, leitura, brainstorning, network. O processo de criação requer a capacidade de observar tudo o que acontence ao redor. Um bom observador é geralmente, um bom gerador de idéias. A junção de várias experiências obtida com uma leitura constante serve para abrir a mente para possibilidades antes desconsideradas. As reuniões de livres discursão, conversas descompromissadas com amigos, colegas da empresa, são técnicas informais, mas que podem levar o profissional a gerar boas idéias.
          As fontes geradoras de idéias podem ser classificadas em duas categorias: interna e externa à empresa. A interna são as equipes de vendas que consegue reportar ricas informações, como por exemplo o motivo pelos quais os clientes compraram ou não cotas de patrocínio. Tanto a equipe de suporte e atendimento como as caixas de sugestões constituem mecanismo que são úteis para quem trabalha no dia-a-dia da operação sobre geração de idéias, uma vez que estão em constante contato com as críticas, sugestões e opiniões dos clientes contribuem para melhorar tanto os atuais quanto os novos eventos. Já a externa o profissional pode obter informações fora da empresa, através de anúncios, reportagens.
          Os clientes são fundamentais na busca de novas idéias e através de pesquisas as empresas conseguem descobrir as suas necessidades e desejos, outra forma é buscar informações em agencias de propaganda e de publicidade, deve-se também ficar atento para saber o que a concorrência está fazendo e descobrir seus próximos passos, procurar participar de todos os eventos possíveis, observando o que pode ser feito para melhorar, o que está faltando e o que pode ser aproveitado, enfim uma das principais fontes de geração de idéias se encontra na leitura, onde o profissional encontre inspirações. para novos eventos.


SELEÇÃO DE IDÉIAS


          Através desses processos citados obtém - se um grande numero de idéias. Essas idéias são avaliadas de acordo com os critérios estabelecidos pela empresa, onde escolhem a melhor idéia de acordo com o objetivo pretendido. Nesse processo de seleção de idéias a autora analisa dois critérios: a demanda considera aspectos externos à empresa e a competência interna que visa a capacidade técnica, viabilidade do projeto, impacto no negócio, dente outros.
          As idéias são divididas em quadrantes, assim sendo quando a demanda e a competência interna estiveram altas as idéias posicionadas nesse quadrante devem prosseguir no processo de seleção, quando a demanda é alta e a competência interna baixa observa-se nesse quadrante a necessidade de altos investimentos para que as idéias possam seguir adiante, quando a demanda é baixa e a competência interna á alta é observado nesse quadrante uma baixa competição, sem expectativa de obtenção de receitas elevadas e quando tanto a demanda e a competência interna são baixas as idéias posicionadas nesse quadrante são descartadas, pois as suas idéias não conseguem seguir no processo de seleção.
          Após selecionar uma idéia é preciso avaliar o seu grau de inovação e diferenciação no mercado buscando aceitação dos clientes a longo prazo.
          Depois de a idéia ter sido gerada através de processos que envolveram tanto clientes, fornecedores e outras pessoas externas, selecionada e testada, o promotor passa para a próxima etapa que consiste na estruturação da mesma.

GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.